segunda-feira, 31 de março de 2014

CONVICÇÕES




FEITURA E USO DOS PERGAMINHOS

   Excerto da minha postagem, de 23-12-2012, com o título, a Biblioteca Viva, no meu Blogue, onde deduzi que, neste Mundo, ninguém inventa nada, o que é preciso é ter o Dom de Descobrir .Aconselho a Leitura e partilha integral do do texto.


    A  convicção, de que algo deve ser feito, em cada um dos momentos da nossa  vida, é o primeiro passo  para se atingir a razão e se possível, tornar esta o mais justa e  inequivocamente  assertiva , na hora  e no momento ,em  que somos chamados  a;  Decidir, opinar, colaborar, a aceitar, julgar  etc, consoante as situações  com que nos vamos confrontando no nosso dia-a-dia.

   Disse o primeiro passo,  porque a  razão não se atinge a partir daquela, e ninguém deverá pensar que pode exercer  cabalmente  o seu papel na sociedade  a viver só  no mundo das convicções; Para isso, é importante que cada um de nós, ao longo da sua vida vá enriquecendo a sua partitura, utilizando na feitura de cada pergaminho- programa-  as ideias e os Dons  que existem na Nau de Deus, para atingir a razão na sua plenitude.

  Cada pergaminho, tal como um programa feito para um ordenador,  deve  conter os Dons necessários e suficientes para responder às situações sempre que seja chamado, ou que por sua iniciativa, deseje intervir no conjunto em que estiver situado, donde para cada situação, como é óbvio, deve ser utilizado, da nossa base de dados.- Cérebro - um pergaminho diferente.

  Deus, ao ordenar o mundo segundo um  plano criou este perfeito e deixou a cada um de nós a possibilidade de o continuar a manter perfeito, só que nem sempre a descoberta dos Dons e a maneira como são utilizados em cada pergaminho é a mais adequada e daí, quando na  descoberta  de algum Dom, este não é compatível com outro, por exemplo: humildade com arrogância, verdade com a mentira, caridade com a usura, etc é evidente que no Mundo da Natureza tudo pode ser Mau  mas,  se na  descoberta, por exemplo, aparecerem  os Dons de: Amar com  o de Hospitalidade, decidir com o da prolépse, verdade com o da felicidade «em grego = bom  génio» , etc, então tudo  no Mundo da Natureza pode ser Bom e  deveria ser Bom , como foi a vontade de Deus quando o criou. 

   Dos poucos seres do grupo das incertezas que têm o Dom de Destruir,  nos seus pergaminhos,  deveriam, se querem seguir nesta sua peregrinação pela Nau de Deus e concomitante pelo mundo perfeito que Ele criou,   não utilizar o Dom de Adquirir, nem o de Construir armas para ofendê-Lo, bem como os restantes seres do grupo das certezas, que são a maioria, mas sim terem o Dom sublime da  Paciência para sofrer e não fazerem sofrer os restantes seres da Humanidade.

Depois da leitura integral do texto, espero que nele encontrem  motivos para reflexão futura. 

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aqbibliotecaviva.blogspot.pt

31-03-2014