sexta-feira, 11 de abril de 2014

JEAN DE LA FONTAINE

APÓLOGOS OU FÁBULAS,
« Donde se pode deduzir uma verdade moral»

JEAN DE LA FONTAINE
1621-1695.
Fonte do texto seguinte :  Le Tour de La France par Deux Enfants, Cours Moyen par G. Bruno, Laureado de L´Académie Française, Auteur de « Francinet».  Paris, Librairie Classique Eugéne Belin ---1908.  «Trois Cent Quarante-Cinquième Édition».

«La champagne a produit encore un de nos plus grands et de nos plus aimés poètes.»

«A  Château-Thierry, dans l´Aisne, vivait aux dix-septième siècle un excellent homme  de mouers fort simples , qui était chargé  d´inspecter   les eaux et forêts. Il passait , en effet, une grande partie de son temps dans les bois. Il restait tout songeur sous un arbre pendant des heures intières, oubliant souvent le moment de dîner, ne s´apercevant pas   parfois de la pluie  qui tombait. Il jouissait du plaisir d´être  dans la campagne , il regardait et observait tous les animaux; il s´intéressait aux allées et venues de toutes les bêtes des champs, grandes ou petites. Et les animaux lui faisaient penser aux hommes;  il retrouvait dans le renard la ruse, dans le  loup la férocité , dans le chien la fidélité , dans le pigeon la tendresse. Il composait alors dans sa tête de petits récits don’t les personages étaient des animaux, les fables où  parlaient le corbeau, le renard, la cigale et la fourmi.
Vous avez  reconnu , enfants, ce grand poète  don vous apprenez les fables par coeur, LA FONTAINE. C´est un des écrivains qui ont immortalisé  notre langue:  ses fables  ont fait  le tour du monde; on les lit partout , on les traduit partout, on les apprend partout.

   Elles sont pleines  d´esprit , de grâce, de  naturel, et en même temps elles montrent aux hommes  les défauts  dont  ils devraient se corriger.»

  Isto vem a propósito de como em cada época, alguém oriundo dos íncolas mais pobres locais, regionais ou mundiais têm vindo a chamar a atenção para os dois grandes mundos em que estavam inseridos, que classifico de: o das formalidades e o das informalidades em que os primeiros são metidos «na forma» e lá vão continuando envolvidos na teia, enquanto os segundos continuam a criar a sua própria teia para se protegerem, mas sempre com a intenção de ocultar algo que os possa vir a comprometer no futuro pois, naquele seu mundo, lá vão vivendo, alternando-se no vértice da pirâmide e alterando as formalidades, entendam-se as leis que aos mesmos não têm vindo a ser aplicadas.

   Pela minha parte tenho vindo a exteriorizar por parábolas, já publicadas no meu Blogue, algumas das enfermidades existentes.  Luis Stau Monteiro, na sua Guidinha, também foi alertando, com humor, as realidades deste País . 

   Faço votos para que, alguém com reputação ilibada, apareça e consiga tornar estes dois mundos num único mundo mais apetecível para se viver.

  Continuo esperançado em dias melhores mas, em cada ano que passa, o seguinte continua a ser ameaçado com mais austeridade.

   Até quando esta incerteza?

PS: Chamo a atenção para  o texto com mais de um século, cujo vocabulário, me parece   não ter sofrido grandes alterações gramaticais.

Publicado por:

Imagens do álbum do Autor e do Google
abibliotecaviva.blogspot.pt

11-04-2014